Os estudos ergonômicos visam realizar mudanças nas condições e no ambiente de trabalho, aperfeiçoando e adaptando máquinas e equipamentos utilizados na execução das tarefas, de acordo com as características físicas e condições psicológicas do trabalhador, com o objetivo de propiciar-lhe segurança, saúde e conforto e, consequentemente, obter maior eficiência no trabalho executado. A adoção de práticas ergonômicas implica, entre outros, na melhoria da qualidade de vida no trabalho, o que é condição essencial para o êxito de uma empresa ou de um empreendimento. Podem ser citadas ainda como referência à qualidade de vida no trabalho as condições físicas do próprio local de trabalho, como, por exemplo, instalação sanitária adequada, água fresca e filtrada, ambiente adequado para a realização de refeições e condições ambientais favoráveis. A qualidade de vida no trabalho reflete diretamente na vida social e no relacionamento familiar do trabalhador, que pode ser gravemente afetado. A qualidade dos produtos fabricados e/ou dos serviços prestados também é afetada pelas más condições de trabalho, devido ao estresse, ao cansaço e à fadiga.
Para que as atividades de uma UAN ocorram de forma harmoniosa, é necessário que se tenha um planejamento físico respaldado no reconhecimento de características específicas de seu funcionamento. Dessa forma, pode favorecer a economia de movimentos, evitando fatores negativos de operacionalização, tais como: interrupções no fluxo de operações; cruzamentos desnecessários de gêneros e funcionários; má utilização dos equipamentos; limitação no planejamento dos cardápios por falta de equipamentos ociosos e mal localizados, causando congestionamento na circulação; ocorrência de filas por falhas no dimensionamento e localização dos pontos de distribuição; deficiência no sistema de ventilação; e, inclusive, aumento de custos.
Para que as atividades de uma UAN ocorram de forma harmoniosa, é necessário que se tenha um planejamento físico respaldado no reconhecimento de características específicas de seu funcionamento. Dessa forma, pode favorecer a economia de movimentos, evitando fatores negativos de operacionalização, tais como: interrupções no fluxo de operações; cruzamentos desnecessários de gêneros e funcionários; má utilização dos equipamentos; limitação no planejamento dos cardápios por falta de equipamentos ociosos e mal localizados, causando congestionamento na circulação; ocorrência de filas por falhas no dimensionamento e localização dos pontos de distribuição; deficiência no sistema de ventilação; e, inclusive, aumento de custos.
O nutricionista, na condição de profissional de saúde, deve preocupar-se com a Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), atuando de forma a aprimorar a qualidade das refeições coletivas, tanto no âmbito do controle higiênico-sanitário como no controle das preparações dietéticas, na elaboração do cardápio, para uma melhor adequação nutricional, e na sua estrutura físico-funcional.
Para ler o artigo completo acesse: http://inseer.ibict.br/rbsp/index.php/rbsp/article/viewFile/223/pdf_38

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